Todo dia, Santa Catarina registra uma média de 2,4 assassinatos. Em 2000, a relação era de menos de uma morte a cada 24 horas. Os números não param de crescer, embora o Estado continue sendo o menos violento. do Brasil nesse quesito.
É que o país tem estatísticas estratosféricas, com cerca de 48 mil homicídios por ano. Para comparar: a Guerra do Golfo, que aconteceu entre 1990 e 1991, tirou 10 mil vidas. O tráfico de drogas é apontado com a principal causa desse tipo de crime.
Para Tomelin (PSDB), a segurança pública deve ser uma preocupação constante entre os representantes políticos. Ele apoia a ideia do candidato ao governo estadual, Raimundo Colombo (DEM), de criar uma polícia comunitária. “Nada melhor do que aproximar a polícia da comunidade, fazendo com que os profissionais participem da vida de cada bairro”, afirma Tomelin. “Segurança é algo para profissionais, é feita com inteligência e atua de forma preventiva. Então, é preciso investir na capacitação dos profissionais e no equipamento utilizado no dia-a-dia de trabalho. É importante também conscientização de que a segurança pública depende de todos. As crianças e os adolescentes devem ser incentivados a ir para a escola, praticar esportes, fazer atividades culturais. A polícia também deve estar presente, na prevenção e no combate ao crime”, complementa.
Um dos principais estudos da área, o Mapa da Violência 2010 — Anatomia dos Homicídios do Brasil, que analisou dados entre 1997 e 2007, mostra que Santa Catarina está numa confortável lanterna do ranking. Enquanto o índice nacional é de 25,2 mortes por ano para cada 100 mil habitantes, a marca do estado é de 10,4 casos.
terça-feira, 20 de julho de 2010
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