quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Alerta para uma doença que assusta as mulheres

O Auditório Antonieta de Barros da Assembleia Legislativa de SC, na Capital, será palco de um evento que quer chamar a atenção para o diagnóstico precoce e prevenção do câncer. O Dia Rosa, implantado no Brasil há três anos, percorre capitais e hoje estará em Florianópolis.

Trata-se de um seminário para convidados com a presença do médico oncologista Carlos Gilberto Crippa, e a autora do livro Força na Peruca, Mirela Janotti, que falará de sua experiência na luta contra o câncer de mama, o mais comum no mundo entre as mulheres. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), a cada ano 22% dos casos novos de câncer em mulheres são de mama.

Quem também contará um pouco de sua história aos convidados é Gisella Amaral, madrinha do evento no Rio de Janeiro e uma das organizadoras do Dia Rosa no país. Há sete anos, Gisella travou uma batalha contra o câncer e venceu, mas para isso precisou passar pela mastectomia, cirurgia de retirada da mama, que tanto assusta as mulheres. Depois de retirar os dois seios, comprometidos por quatro nódulos malignos, Gisella decidiu unir forças com outras mulheres e divulgar a prevenção. (Leia a matéria na íntegra no jornal Diário Catarinense).

– “Quero parabenizar a iniciativa de realizar um evento como este em Florianópolis. Como deputado e como candidato me preocupei com projetos pela saúde, especialmente pela saúde das mulheres e crianças catarinenses. Precisamos continuar investindo nesta área, mas acredito que a conscientização também é uma forte aliada na prevenção e no combate de doenças como o câncer de mama. É um dever do Governo promover ações que alertem as mulheres sobre os riscos e sobre a importância do diagnóstico precoce. Com ações simples assim, teremos muitos benefícios. Vamos preservar a qualidade de vida das mulheres, o bem-estar de suas famílias, além investir ainda mais em saúde. Vamos todos juntos trabalhar pela saúde dos catarinenses. Conto com o seu apoio, com a ajuda para poder continuar trabalhando na Assembleia Legislativa”, afirma Tomelin.

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