Ontem foi ao ar a reportagem sobre Joinville, veiculada na série JN no Ar, do Jornal Nacional (TV Globo). Antes de falar da cidade, o noticiário apresentou um panorama sobre Santa Catarina. O Estado tem a sétima economia do país e a quarta renda média mensal. Ao lado de São Paulo, tem a segunda taxa mais baixa de homicídios do país. Também possui a segunda menor taxa de mortalidade. E a sexta mais baixa de analfabetismo.
Joinville é uma cidade do interior de Santa Catarina, mas é maior do que Florianópolis, a capital catarinense. É também um dos maiores centros de metalurgia de todo o país. Na cidade, a equipe encontrou a filial de uma escola internacionalmente famosa, cuja matriz fica em Moscou, na Rússia: a escola Bolshoi. Nela, crianças e jovens de 15 estados brasileiros e do Distrito Federal aprendem música, teatro, inglês, cultura geral e, principalmente, balé.
A indústria metalúrgica é tão importante que a maior feira do setor é realizada num ano em São Paulo, no outro ano, em Joinville. “E 25% da produção nacional pertence a esta região. Gerando cerca de 20 mil empregos e sendo, portanto, importantíssima para toda a cidade”, declarou o presidente da Abifa, Devanir Brichesi.
Em Joinville, fica a maior fundição da América Latina. Depois da crise de 2009, a fábrica já recontratou mais de mil funcionários neste ano. Cerca de 7,2 mil operários produzem blocos e peças de motor para dez das maiores empresas automobilísticas do mundo.
Para Tomelin, é emocionante assistir à reportagem sobre Joinville e também é inevitável não comparar a cidade com outras no Brasil. “Joinville é, de fato, um orgulho para todos os catarinenses. É exemplo para cidades do mesmo tamanho ou ainda maiores, em todo o país. Ontem, quando assisti ao Jornal Nacional, fiquei feliz em ver que o município representa tão bem o nosso Estado. É um importante pólo metalúrgico, gera milhares de empregos, abriga a escola Bolshoi, além de ser linda, Joinville é exemplo e Santa Catarina também. Temos muito o que melhorar, principalmente em relação ao acesso a saneamento básico. No entanto, por outro lado, temos uma das menores taxas de analfabetismo e mortalidade infantil do Brasil. Somos a 7ª melhor economia brasileira. Temos pontos muitos fortes, mas ainda temos, todos juntos, que trabalhar para fortalecer esses aspectos ainda mais e outros tantos”, afirma Tomelin.
Para assisti ao vídeo na íntegra, basta clicar aqui.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
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