Santa Catarina, a sétima maior economia do Brasil, está devendo muito quando o assunto é saneamento básico. Das 293 cidades, apenas 16% têm tratamento adequado de esgoto. No cenário nacional, o Estado é 11º pior no setor. Os dados foram divulgados sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A análise mostrou, ainda, que Paial, no Extremo-Oeste, é uma das 33 cidades brasileiras sem abastecimento de água. Das sete maiores economias do Brasil, Santa Catarina só ficou à frente do Rio Grande do Sul em uma avaliação que mostrou números preocupantes: 34,8 milhões de pessoas não contavam com serviço de rede coletora de esgoto em 2008, época da pesquisa.
Segundo Luiz Sérgio Thilitti, professor de Engenharia Sanitária e Ambiental da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a falta de saneamento básico representa riscos em diversas áreas, principalmente na saúde e no meio ambiente. O turismo também pode ser afetado.
Em relação ao lixo, Santa Catarina foi um dos destaques da pesquisa. Todas as cidades têm coleta e 87,2% dos resíduos vão para aterros sanitários. Mas a pesquisa mostra que o Estado tem espaço para melhorar. (Informações retiradas do Jornal de Santa Catarina).
– “Estes números e cenários são ou não são vergonhosos? É ou não um desrespeito com um dos Estados que mais arrecada para a União? Estamos pedindo apenas o retorno na proporcionalidade que geramos para o bolo Federal. Nada mais. Como um Estado com o potencial turístico pode ser tão preterido pelo governo Federal neste quesito essencial de qualidade de vida? Mas, o PAC não veio pra resolver estes assuntos cruciais? Então por que Santa Catarina foi discriminada? Não há dúvidas de que nosso Estado é destaque no cenário nacional, mas ainda há muito que fazer para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos que ajudam a construir este Estado”, afirma Tomelin.
Para o candidato a deputado estadual, é preciso investir principalmente na infraestrutura das cidades, visando a melhoria na saúde dos cidadãos. “É evidente que sem o tratamento adequado de esgoto, a saúde, a economia, o desenvolvimento e o futuro dos catarinenses é prejudicado. Na minha opinião, esta situação não pode continuar. Sempre trabalhei pela saúde da população de Santa Catarina. E vou continuar trabalhando por isso enquanto representar as pessoas na Assembleia Legislativa”, finaliza Tomelin.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
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